O que você prefere: aprender pelo amor ou pela dor?

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Depois de dez anos produtivos por meio de palestras, treinamentos, MBAs e inúmeros projetos de consultoria realizados em empresas de pequeno, médio e grande porte, uma coisa é certa: quem quer se destacar em qualquer área de atuação ou ver o seu negócio prosperar, nunca deve deixar de aprender.

amor

O mundo é muito dinâmico. Todos os dias, em todos os cantos do mundo, surgem novas tecnologias capazes de tornar as pessoas mais inteligentes, as organizações mais eficientes e, por consequência, as informações e os produtos e serviços mais acessíveis para todos.

Quem poderia imaginar que um dia, o telefone fixo, considerado artigo de luxo há menos de trinta anos, cujo preço chegou a equivaler ao preço de um carro popular, chegaria ao alcance da população menos favorecida do planeta? As gerações de hoje não fazem a menor ideia de quanto isso foi trabalhado ao longo do tempo para facilitar a vida delas?

Em pouco mais de cem anos, o mundo foi elevado a uma categoria de inteligência e produtividade muito superior à dos séculos 18 e 19, com o início da Revolução Industrial, por conta do avanço nas artes, nas ciências humanas e exatas e, principalmente, na forma e aprender e disseminar o conhecimento.

Apesar disso, os desafios ainda são muitos: intolerância racial, violência crescente, consumo desenfreado, destruição da natureza e mudança de valores, coisas que só podem ser melhoradas ou reduzidas por meio do aprendizado e da experiência. Não existe outra saída.

Quanto mais você aprende e compartilha o aprendizado, mais você cresce, não apenas em termos financeiros, mas em termos de sabedoria. Aprender é a única coisa que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende, afirmou Leonardo Da Vinci há mais de quinhentos anos.

O que significa aprender? As duas formas mais comuns de aprendizado ainda não mudaram: pode-se aprender pelo amor ou pela dor. As escolhas é que fazem toda diferença e, por experiência, própria, posso afirmar que o ser humano tem uma grande tendência de optar pela segunda.

Aprender pelo amor significa alimentar um interesse profundo pelo conhecimento, por livre e espontânea vontade. Significa querer saber mais, tornar-se uma referência no assunto ou no negócio, aprender mais para fazer o melhor que você pode a fim de produzir um impacto positivo na vida das pessoas ao seu redor.

Exemplo: você é muito bom naquilo que faz, mas sabe que se não continuar aprendendo cada vez mais, deixará de ser. Se você é bom e pode ser melhor ainda, por que não tentar?

Aprender pela dor significa que você sabe exatamente o que deve ser feito para se tornar uma pessoa melhor e conquistar algo, entretanto, sua mente ainda não está disposta a abrir mão de convicções, interesses, ou modelos mentais que interferem no seu crescimento.

Exemplo: você sabe que o cigarro faz mal, mas insiste em continuar fumando; você sabe que precisa melhorar o atendimento, mas não faz nada porque considera treinamento uma despesa e não um investimento e assim por diante.

Nas palavras de Sir Isaac Newton, cientista britânico, o que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano, portanto, é uma questão de escolha. Aprender pelo amor é bem mais estimulante. Aprender pela dor, além de custar mais caro, é bem mais lento.

Conhecimento é a única coisa que ninguém consegue arrancar de uma pessoa, portanto, seja único, seja diferente, seja uma referência boa para todos aqueles que compram os seus produtos e serviços e para aqueles que se utilizam do seu conhecimento. Evite ser mesquinho, aprenda, ensine, compartilhe.

Por fim, lembre-se, conhecimento por si só não serve para nada. Essa é a diferença entre as pessoas que prosperam e as pessoas que continuam querendo. Ler um livro ou fazer um curso não basta, é preciso ter coragem de mudar a si mesmo para mudar a sua vida e o seu negócio, seja qual for o estágio em que você se encontra.

Pense nisso e seja bem mais feliz!

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