Características de uma boa marca

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O que diferencia as empresas bem-sucedidas das demais empresas? O que levaria seus amigos e clientes a comprar os produtos da sua empresa em vez de procurar os da concorrência? Qual é o seu diferencial competitivo? Como você está construindo a marca da sua empresa? Quando você escolhe um nome para sua empresa […] O que diferencia as empresas bem-sucedidas das demais empresas? O que levaria seus amigos e clientes a comprar os produtos da sua empresa em vez de procurar os da concorrência? Qual é o seu diferencial competitivo? Como você está construindo a marca da sua empresa?

Quando você escolhe um nome para sua empresa, tem a esperança de que, algum dia, com muito esforço e posicionamento correto, ela seja tão famosa como tantas outras marcas que levaram anos para se consolidar.

O nome da sua empresa, o qual tende a se transformar em marca, poderá afetar a percepção e influir em todos os seus relacionamentos. Quem não gosta de se relacionar com pessoas e empresas caracterizadas e reconhecidas como “boa” marca, além de ter o seu nome projetado na mídia?

marca

Cada vez que alguém troca o seu dinheiro por um produto ou serviço, seja ele qual for, deposita a confiança de que o valor recebido é proporcional ao que está sendo oferecido. O cliente acredita naquela marca ou naquele nome por trás da marca, portanto, comprar também é um ato de fé.

Quando se trata de marca, vale a seguinte reflexão: a marca que você defende oferece valor? Você acredita no produto ou serviço que representa? Recomendaria os produtos e serviços da sua empresa? Compraria os mesmos produtos e serviços que você vende?

Aos olhos do consumidor, a marca da sua empresa é o acúmulo de experiências relacionadas ao bom desempenho dos produtos e serviços que ela oferece, aliado a uma série de vantagens competitivas que o seu público é capaz de distinguir. É o que se chama no mercado de “percepção de valor” e de “posicionamento”.

De acordo com Joaquim Lorente, publicitário espanhol, se você não penetrar nos cérebros das pessoas, se diluirá nas atmosferas. Em síntese, se não estabelecer um posicionamento correto na mente do consumidor, jamais obterá sua aprovação.

Pense nas marcas de produtos que você gosta de consumir ou mesmo naquelas que você admira: Apple, Cacau Show, Ferrari, Harley Davidson, Honda, Kopenhagen, Louis Vuitton, Montblanc, O Boticário, Samsonite, Sony e Victor Inox, entre outras. São anos de história, posicionamento, reposicionamento e muito valor agregado!

De fato, por trás de um produto ou serviço admirável existe uma filosofia de vida, construída mediante o exercício de disciplina ferrenha que propiciou ideias e ações orientadas para a criação de valor ao consumidor. Significa dizer que a marca é consequência direta das ações que você e seus colaboradores mais engajados imprimem para obter sucesso.

Uma grande marca começa com um grande nome, entretanto, encontrar um nome de fácil posicionamento na mente do consumidor não é tão fácil. Um grande deve ser pequeno, segundo alguns especialistas, fácil de pronunciar, transmitir e ouvir.

De acordo com José Roberto Martins, autoridade em branding, um grande nome é, acima de tudo, aquele que não atrapalha. O nome será memorizado com facilidade pelos consumidores e, muito provável, associado a determinados atributos ou benefícios.

Embora sua empresa possa apresentar inúmeras competências ou habilidades, será lembrada apenas por algum atributo predominante na mente das pessoas. Exemplo: Duracell: durabilidade; Volvo: segurança; Cirque Du Soleil: entretenimento de alto nível; Google: acesso a informações.

Outro bom exemplo é o da Nestlé que associa com frequência a sua marca aos seus produtos ou linha de produtos, tais como: Nescafé (Nestlé + Café); Nescau (Nestlé + Cacau); Nespresso (Nestlé + Expresso).

Ao longo da sua existência, de maneira correta ou equivocada, a empresa vai construindo a sua marca. Nesse sentido, todo empreendedor passa por momentos de plenitude e de dúvida, ciclos de euforia e de temor, altos e baixos, satisfação e contratempo.

Para chegar aonde chegou, o que prevaleceu ao longo da história, para a maioria das empresas consolidadas, foi a certeza das decisões corretas, ainda que para isso fosse necessário escutar muitos e ignorar todos, em momentos de absoluta solidão e desespero.

No fim da história, a marca de uma empresa nada mais é do que o somatório das suas experimentações que, por várias razões, boas ou ruins, conquistaram uma posição na mente do consumidor final. Como diria Howard Schultz, da Starbucks, “uma marca tem de parecer um amigo”.

Assim sendo, muito cuidado com o que diz e promete a respeito do seu produto ou serviço. Não custa lembrar a máxima de Jack Trout e Al Ries, autores do best seller Posicionamento – a batalha por sua mente: “quem quer ser tudo para todos, acaba não sendo nada”.

Além do nome (palatável, digerível, fácil de pronunciar), do atributo (benefício associado ao produto ou serviço), nenhuma marca será construída se a qualidade não corresponder às expectativas do seu público-alvo. Você poderia imaginar que algum dia, um nome como Apple (maçã) ou Häagen-Dazs (difícil de explicar) fariam sucesso no concorrido mercado computadores e de sorvetes premium?

Qualquer empresa pode ter o melhor discurso, o melhor produto, o conhecimento específico, as melhores instalações e até mesmo o capital suficiente para promover o negócio, entretanto, se não criar valor na mente do consumidor, sua marca nunca terá a consistência necessária para prosperar.

Pense nisso e empreenda mais e melhor!

Fonte da imagem: Aldodellarosa

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